quarta-feira, 19 de novembro de 2008
O que é o colo do útero ?
O colo do útero é a parte inferior do útero, que liga o corpo do útero à vagina. O colo do útero passa por diversas alterações ao longo da vida da mulher (puberdade, parto, menopausa). A região onde a parte externa do colo do útero (exocolo do útero) encontra a parte interna (endocolo do útero), é muito sensível. É nesta região que começa a maior parte dos cancros do colo do útero.
quarta-feira, 29 de outubro de 2008
clasificaçao do cancro da mama
O cancro da mama é clasificado por estadios
estadio 0 : o cancro é pequeno e facil de remover
estadio 1 : o cancro tem até dois centimetros, e nao se espalha pelos ganglios mais proximos.
estadio 2 : o cancro tem até cinco centimetros e influênsia os ganglios
estadio 3 : o cancro tem mais de 5 crntimetros e afecta os ganglios da axila do lado da mama afectada
estadio 4 : quando chega a sitios e orgam distantes
estadio 0 : o cancro é pequeno e facil de remover
estadio 1 : o cancro tem até dois centimetros, e nao se espalha pelos ganglios mais proximos.
estadio 2 : o cancro tem até cinco centimetros e influênsia os ganglios
estadio 3 : o cancro tem mais de 5 crntimetros e afecta os ganglios da axila do lado da mama afectada
estadio 4 : quando chega a sitios e orgam distantes
quarta-feira, 8 de outubro de 2008
Quais os exames efectoados para detectar o cancro da mama
Palpação
Palpando a mama com as mãos, o médico poderá sentir a presença de um nódulo. Neste caso, ele poderá solicitar alguns exames, tais como:
Mamografia
É o principal exame das mamas, realizado através de raios X específico para examinar as mamas. Como é muito preciso, permite ao médico saber o tamanho, localização e as características de um nódulo com apenas alguns milímetros, quando ainda não poderia ser sentido na palpação.
Ultrassonografia (ecografia)
Complementa a mamografia e informa se o nódulo é sólido ou contém líquido (cisto).
Citologia aspirativa
Por meio de uma agulha fina e de uma seringa, o médico aspira certa quantidade de líquido ou uma pequena porção do tecido do nódulo para exame microscópico.
Esta técnica esclarecerá se trata de um cisto (preenchido por fluido), que não é cancro, ou de um nódulo sólido, que pode ou não corresponder a um cancro.
Biopsia
É o procedimento (cirúrgico ou não) para colher uma amostra do nódulo suspeito. O tecido retirado é examinado ao microscópio pelo patologista. Este procedimento permite confirmar se estamos perante um cancro da mama.
Receptores hormonais (estrógeno e progesterona)
São testes de laboratório solicitados pelo médico, caso o cancro seja diagnosticado durante a biopsia. Estes testes revelam se as hormonas podem ou não estimular o crescimento do cancro.
Com esta informação, o médico pode decidir se é ou não aconselhável a indicação de um tratamento à base de hormonas. Esses testes são feitos no tumor e a amostra é colhida durante a biopsia.
Caso a biopsia detecte um tumor maligno, outros testes laboratoriais serão feitos no tecido para que se obtenha mais dados a respeito das características do tumor.
Também serão solicitados exames (raio X, exames de sangue, ecografia, cintilograma ósseo, provas de função hepática etc.) para verificar se o cancro está presente em outros órgãos do corpo.
Todos os testes e exames solicitados pelo médico têm como objectivo avaliar a extensão e o estádio da doença no organismo.
Palpando a mama com as mãos, o médico poderá sentir a presença de um nódulo. Neste caso, ele poderá solicitar alguns exames, tais como:
Mamografia
É o principal exame das mamas, realizado através de raios X específico para examinar as mamas. Como é muito preciso, permite ao médico saber o tamanho, localização e as características de um nódulo com apenas alguns milímetros, quando ainda não poderia ser sentido na palpação.
Ultrassonografia (ecografia)
Complementa a mamografia e informa se o nódulo é sólido ou contém líquido (cisto).
Citologia aspirativa
Por meio de uma agulha fina e de uma seringa, o médico aspira certa quantidade de líquido ou uma pequena porção do tecido do nódulo para exame microscópico.
Esta técnica esclarecerá se trata de um cisto (preenchido por fluido), que não é cancro, ou de um nódulo sólido, que pode ou não corresponder a um cancro.
Biopsia
É o procedimento (cirúrgico ou não) para colher uma amostra do nódulo suspeito. O tecido retirado é examinado ao microscópio pelo patologista. Este procedimento permite confirmar se estamos perante um cancro da mama.
Receptores hormonais (estrógeno e progesterona)
São testes de laboratório solicitados pelo médico, caso o cancro seja diagnosticado durante a biopsia. Estes testes revelam se as hormonas podem ou não estimular o crescimento do cancro.
Com esta informação, o médico pode decidir se é ou não aconselhável a indicação de um tratamento à base de hormonas. Esses testes são feitos no tumor e a amostra é colhida durante a biopsia.
Caso a biopsia detecte um tumor maligno, outros testes laboratoriais serão feitos no tecido para que se obtenha mais dados a respeito das características do tumor.
Também serão solicitados exames (raio X, exames de sangue, ecografia, cintilograma ósseo, provas de função hepática etc.) para verificar se o cancro está presente em outros órgãos do corpo.
Todos os testes e exames solicitados pelo médico têm como objectivo avaliar a extensão e o estádio da doença no organismo.
como é feito o diagonostico do cancro da mama
É fundamental que o diagnóstico do cancro da mama seja feito o mais precocemente possível, pois isto aumenta as hipóteses de cura, evita que o cancro se espalhe (metastize) para outras partes do corpo, favorecendo o prognóstico, a recuperação e a reabilitação.
Para um diagnóstico precoce do cancro da mama, é necessário que todas as mulheres:
- Façam um auto-exame das mamas mensalmente, após o período menstrual
- Vão ao médico especialista em patologia mamária uma vez por ano
- Sejam integradas em programas de rastreio
O exame clínico da mama pode confirmar ou esclarecer o seu auto-exame, e o médico especialista em mamas é a pessoa mais indicada para isso.
Para um diagnóstico precoce do cancro da mama, é necessário que todas as mulheres:
- Façam um auto-exame das mamas mensalmente, após o período menstrual
- Vão ao médico especialista em patologia mamária uma vez por ano
- Sejam integradas em programas de rastreio
O exame clínico da mama pode confirmar ou esclarecer o seu auto-exame, e o médico especialista em mamas é a pessoa mais indicada para isso.
simtomas mais comuns no cancro da mama
O cancro, assim como outras doenças, frequentemente, apresenta sintomas que devem ser observados. Por essa razão, pode-se dizer que, de certa forma, o diagnóstico começa com a observação de qualquer alteração no funcionamento geral do organismo.
O cancro da mama pode apresentar diversos sintomas:
- aparecimento de nódulo ou endurecimento da mama ou debaixo do braço.
- mudança no tamanho ou no formato da mama.
- alteração na coloração ou na sensibilidade da pele da mama ou da auréola.
- secreção contínua por um dos ductos.
- retracção da pele da mama ou do mamilo.
- inchaço significativo ou retracção da pele.
O cancro da mama, quando no início, pode ser tratado antes que se espalhe, quando as hipóteses de cura são maiores, os tratamentos menos agressivos e não mutilantes.
Portanto, ao sentir qualquer alteração em suas mamas, deve recorrer ao seu médico.
O cancro da mama pode apresentar diversos sintomas:
- aparecimento de nódulo ou endurecimento da mama ou debaixo do braço.
- mudança no tamanho ou no formato da mama.
- alteração na coloração ou na sensibilidade da pele da mama ou da auréola.
- secreção contínua por um dos ductos.
- retracção da pele da mama ou do mamilo.
- inchaço significativo ou retracção da pele.
O cancro da mama, quando no início, pode ser tratado antes que se espalhe, quando as hipóteses de cura são maiores, os tratamentos menos agressivos e não mutilantes.
Portanto, ao sentir qualquer alteração em suas mamas, deve recorrer ao seu médico.
tipos de cancro da mama
É importante conhecer alguns dos termos utilizados para descrever os cancros da mama, porque o tratamento e prognóstico variam de doente para doente e em função do tipo de tumor.
Adenocarcinoma: quase todos os tumores malignos da mama têm origem nos ductos ou nos lóbulos da mama, que são tecidos glandulares. Os dois tipos mais frequentes são o carcinoma ductal e o carcinoma lobular.
In situ: este termo define o cancro da mama precoce, quando se encontra limitado aos ductos ou lóbulos, sem invasão dos tecidos mamários vizinhos ou de outros órgãos.
Carcinoma ductal in situ: o carcinoma ductal in situ é o tumor da mama não invasivo mais frequente. Praticamente todas as mulheres com CDIS podem ser curadas. A mamografia é o melhor método para diagnosticar o cancro da mama nesta fase precoce.
Carcinoma lobular in situ (CLIS): embora não seja um verdadeiro cancro, o CLIS é por vezes classificado como um cancro da mama não invasivo.
Muitos especialistas pensam que o CLIS não se transforma num carcinoma invasor mas as mulheres com esta neoplasia têm um maior risco de desenvolver cancro da mama invasor.
Carcinoma ductal invasor (CDI): este é o cancro invasor da mama mais frequente. Tem origem nos ductos e invade os tecidos vizinhos. Nesta fase pode disseminar-se através dos vasos linfáticos ou do sangue, atingindo outros órgãos. Cerca de 80% dos cancros da mama invasores são carcinomas ductais.
Carcinoma lobular invasor (CLI): tem origem nas unidades produtoras de leite, ou seja, nos lóbulos. À semelhança do CDI pode disseminar-se (metastizar) para outras partes do corpo. Cerca de 10% dos cancros da mama invasores são carcinomas lobulares.
Carcinoma inflamatório da mama: este é um cancro agressivo mas infrequente, correspondendo a cerca de 1% a 3% de todos os cancros da mama.
Outros tipos mais raros de cancro da mama são o Carcinoma Medular , o Carcinoma Mucinoso, o Carcinoma Tubular e o Tumor Filoide Maligno, entre outros.
Adenocarcinoma: quase todos os tumores malignos da mama têm origem nos ductos ou nos lóbulos da mama, que são tecidos glandulares. Os dois tipos mais frequentes são o carcinoma ductal e o carcinoma lobular.
In situ: este termo define o cancro da mama precoce, quando se encontra limitado aos ductos ou lóbulos, sem invasão dos tecidos mamários vizinhos ou de outros órgãos.
Carcinoma ductal in situ: o carcinoma ductal in situ é o tumor da mama não invasivo mais frequente. Praticamente todas as mulheres com CDIS podem ser curadas. A mamografia é o melhor método para diagnosticar o cancro da mama nesta fase precoce.
Carcinoma lobular in situ (CLIS): embora não seja um verdadeiro cancro, o CLIS é por vezes classificado como um cancro da mama não invasivo.
Muitos especialistas pensam que o CLIS não se transforma num carcinoma invasor mas as mulheres com esta neoplasia têm um maior risco de desenvolver cancro da mama invasor.
Carcinoma ductal invasor (CDI): este é o cancro invasor da mama mais frequente. Tem origem nos ductos e invade os tecidos vizinhos. Nesta fase pode disseminar-se através dos vasos linfáticos ou do sangue, atingindo outros órgãos. Cerca de 80% dos cancros da mama invasores são carcinomas ductais.
Carcinoma lobular invasor (CLI): tem origem nas unidades produtoras de leite, ou seja, nos lóbulos. À semelhança do CDI pode disseminar-se (metastizar) para outras partes do corpo. Cerca de 10% dos cancros da mama invasores são carcinomas lobulares.
Carcinoma inflamatório da mama: este é um cancro agressivo mas infrequente, correspondendo a cerca de 1% a 3% de todos os cancros da mama.
Outros tipos mais raros de cancro da mama são o Carcinoma Medular , o Carcinoma Mucinoso, o Carcinoma Tubular e o Tumor Filoide Maligno, entre outros.
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